O espaço do Quintal Verde Ana Maria abriga diversas espécies de árvores nativas da Mata Atlântica e reserva uma área especial de agrofloresta.
Conheça mais sobre as espécies encontradas no nosso espaço:
Limoeiro


Nome popular: Limoeiro
Nome científico: Citrus limon
Família: Rutaceae
Origem: Sudeste da Ásia
Curiosidades:
– A vitamina C presente no limão estimula a resposta imune celular, reduzindo a duração e a severidade de resfriados e gripes comuns;
– Em algumas tradições espirituais, o limão é visto como um símbolo positivo e purificador. Simpatias com a fruta são usadas para neutralizar energias negativas e atrair boas vibrações;
Devido à sua acidez e aroma, o limão também é um agente de limpeza natural, sendo utilizado em produtos de limpeza e desodorizadores.
Laranjeira


Nome popular: Laranjeira
Nome científico: Citrus sinensis
Família: Rutaceae
Origem: Sudeste da Ásia
Curiosidades:
– A laranja é um híbrido resultante de outras espécies cítricas, como a toranja e a tangerina.
– A expansão do cultivo da laranja no Brasil, especialmente em São Paulo, acompanhou a expansão da cultura do café no século XIX;
– As flores são muito perfumadas e também são fonte de alimento para as abelhas;
– O óleo essencial da casca é amplamente utilizado na indústria de perfumaria e cosméticos.
Mangueira


Nome popular: Mangueira
Nome científico: Mangifera indica
Família: Anacardiaceae
Origem: Índia e sudeste da Ásia
Curiosidades:
– Pode chegar a 40 metros de altura;
– Necessitam de calor e períodos secos para poderem produzir bons frutos;
– Várias partes da árvore são utilizadas em medicamentos tradicionais e também tem grande importância em cerimônias religiosas hindus.
Mexeriqueira


Nome popular: Mexeriqueira
Nome científico: Citrus reticulata
Família: Rutaceae
Origem: Sudeste da Ásia
Curiosidades:
– Mexerica também é chamada de bergamota (ou vergamota), laranja-cravo, laranja-mimosa, mandarina, mimosa, tangerina-cravo e tangerina-do-rio e tangerina;
– Mexerica é mais usado nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil;
– Mexerica é uma regressão de “mexericar“. Os estudiosos atribuem o nome do fruto ao fato de o odor forte denunciar quem o comeu;
– Durante o Ano Novo Chinês, a tangerina é um símbolo de prosperidade, boa sorte e felicidade.
Goiabeira


Nome popular: Goiabeira
Nome científico: Psidium guajava
Família: Myrtaceae
Origem: Nativa do Brasil
Curiosidades:
– As goiabas possuem mais vitamina C do que a laranja e o limão;
– Além do consumo dos frutos, as folhas da goiabeira podem ser utilizadas para fins medicinais;
– O Brasil é o maior produtor mundial de goiabas de polpa vermelha.
Nespereira


Nome popular: Nespereira / Ameixeira-amarela
Nome científico: Eriobotrya japonica
Família: Rosaceae
Origem: China
Curiosidades:
– Nêsperas em calda são utilizadas na medicina tradicional chinesa como expectorante e para acalmar a garganta;
– As folhas podem ser utilizadas para o preparo de compressas, chás e extratos;
– As sementes são levemente venenosas por conterem uma pequena quantidade de glicósidos cianogénicos que produzem cianeto quando digeridos, mas a pequena concentração e o sabor amargo geralmente previnem que uma quantidade suficientemente tóxica seja consumida
Aceroleira


Nome popular: Aceroleira
Nome científico: Malpighia emarginata
Família: Malpighiaceae
Origem: Antilhas, América Central e norte da América do Sul
Curiosidades:
– É das frutas mais ricas em vitamina C do mundo, possuindo até 80 vezes mais do que a laranja, no entanto, a acerola perde vitamina C rapidamente após a colheita, por isso é ideal para consumo imediato;
– Suas folhas também são nutritivas e podem ser usadas na culinária e na medicina popular;
– A aceroleira pode produzir frutos o ano todo, com pico na primavera.
Abacateiro


Nome popular: Abacateiro
Nome científico: Persea americana
Família: Lauraceae
Origem: México
Curiosidades:
– Pode ultrapassar os 40 metros de altura e viver e produzir frutos por mais de 100 anos;
– Uma árvore adulta pode produzir mais de cem abacates em uma estação;
– Devido ao seu alto teor de gordura saudável, o abacate pode ser usado como substituto de manteiga ou óleo em receitas de pães e bolos
– O abacate contém mais potássio do que a banana, sendo excelente para a saúde muscular e cardiovascular.
Mamoeiro


Nome popular: Mamoeiro
Nome científico: Carica papaya
Família: Caricaceae
Origem: México, América Central e norte da América do Sul
Curiosidades:
– O fruto verde (imaturo) libera um látex leitoso quando cortado, rico em papaína. Essa enzima é amplamente utilizada como amaciante de carne, na fabricação de goma de mascar, clarificação de cerveja e em usos médicos, cosméticos e industriais;
– O mamoeiro não é considerado uma árvore, já que possui madeira mole e herbácea;
– O látex presente no mamão verde, quando consumido, pode provocar contrações uterinas, sendo contraindicado para gestantes;
– As folhas também são ricas em nutrientes e enzimas como a papaína e a quimopapaína, com propriedades digestivas poderosas.
Noni


Nome popular: Noni
Nome científico: Morinda citrifolia
Família: Rubiaceae
Origem: Sudeste Asiático
Curiosidades:
– A fruta apresenta odor forte e desagradável quando madura, frequentemente comparada ao cheiro de queijo envelhecido;
– As folhas também são comestíveis e usadas na medicina tradicional, podendo ser consumidas em saladas ou como invólucro para alimentos;
– O noni é conhecido por muitos nomes ao redor do mundo, incluindo amora-indiana, nono (tahitian), aal (hindi) e grande morinda.
Romãzeira


Nome popular: Romãzeira
Nome científico: Punica granatum
Família: Lythraceae
Origem: Pérsia
Curiosidades:
– É um fruto sagrado para vários povos. Para os judeus, representa prosperidade, justiça e os 613 preceitos da Torá; na Bíblia, é citada como um dos frutos da Terra Prometida;
– A romã é rica em taninos e polifenóis, conhecidos por suas propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e antifúngicas. A medicina popular a utiliza no combate a infecções na garganta;
– A romãzeira é uma planta adaptável, com certa tolerância à seca, ao encharcamento e à salinidade. É também uma espécie bastante resistente a pragas e doenças.
Gravioleira


Nome popular: Gravioleira
Nome científico: Annona muricata
Família: Annonaceae
Origem: Antilhas
Curiosidades:
– A graviola pode atingir tamanhos impressionantes, com alguns frutos chegando a pesar mais de 3 kg;
– As flores da gravioleira são peculiares. Como amadurecem em momentos diferentes, a polinização natural é difícil, e muitas vezes é necessária a polinização manual para garantir a produção de frutos de boa qualidade;
– O chá feito com as folhas da gravioleira é popular na medicina tradicional, especialmente por suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Ele também é conhecido por ajudar a regular os níveis de açúcar no sangue.
Pitangueira


Nome popular: Pitangueira
Nome científico: Eugenia uniflora
Família: Myrtaceae
Origem: Nativa do Brasil
Curiosidades:
– Embora a pitanga vermelha seja a mais comum, a fruta pode ser encontrada em tons que variam de laranja a roxo escuro ou quase preto;
– As folhas da pitangueira são usadas na medicina popular para tratar diversas condições, como hipertensão, gota e hipoglicemia;
– A árvore é uma excelente fonte de alimento para diversas espécies de aves, que auxiliam na dispersão de suas sementes e na restauração ecológica.
Amoreira


Nome popular: Amoreira
Nome científico: Morus rubra
Família: Moraceae
Origem: América do Norte
Curiosidades:
– A amoreira pode viver até 125 anos;
– Sua madeira é leve, macia e durável, sendo historicamente usada para fabricar postes de cerca e alguns móveis. A madeira também pode ser utilizada para defumar carnes.;
– Os frutos são tóxicos quando não estão totalmente maduros, sendo importante aguardar o amadurecimento completo para o consumo.
Assa-peixe


Nome popular: Assa-peixe
Nome científico: Vernonanthura polyanthes
Família: Asteraceae
Origem: Nativa do Brasil
Curiosidades:
– O nome “assa-peixe” vem das nervuras das folhas, que se parecem com as espinhas de um peixe;
– É uma das primeiras plantas a se estabelecer após distúrbios, ajudando a recuperar paisagens;
– É uma planta melífera de grande importância para as abelhas, produzindo um néctar abundante;
-As folhas podem ser usadas como condimento ou empanadas e fritas, como petisco.
Cereja-do-rio-grande


Nome popular: Cereja-do-rio-grande
Nome científico: Eugenia involucrata
Família: Myrtaceae
Origem: Nativa do Brasil
Curiosidades:
– É uma árvore bonita e ornamental, adequada para pomares domésticos e para a arborização de cidades;
– A madeira é moderadamente pesada, resistente, elástica e é usada para fazer cabos de ferramentas agrícolas;
– O crescimento é lento e a árvore pode atingir entre 6 e 15 metros de altura;
– Também é conhecida como “cereja brasileira” e “jambo”.
Araçá


Nome popular: Araçá
Nome científico: Psidium cattleyanum
Família: Myrtaceae
Origem: Nativa do Brasil
Curiosidades:
– O nome “araçá” tem origem no tupi ara’sá, que significa “fruto que tem olhos”, em referência às sépalas que permanecem na fruta;
– O araçá é uma importante fonte de alimento para a vida selvagem. Seus frutos atraem diversos animais, como pássaros, macacos, cutias e pacas, que auxiliam na dispersão das sementes;
– O araçazeiro é uma planta rústica que se adapta a diferentes ambientes. Ele pode crescer tanto em solo fértil quanto em áreas litorâneas, suportando sol pleno e meia-sombra.
Cabeludinha


Nome popular: Cabeludinha
Nome científico: Myrciaria glazioviana
Família: Myrtaceae
Origem: Nativa do Brasil
Curiosidades:
– Arbusto ou árvore de pequeno a médio porte, medindo de 3 a 7 metros de altura.
– O nome “Cabeludinha” se refere à textura aveludada da casa da fruta;
– É uma espécie pioneira e usada em ações de reflorestamento, pois atrai avifauna e é benéfica para polinizadores;
– Floresce duas vezes ao ano, fornecendo alimento para polinizadores durante épocas em que outras plantas não estão em flor.
Jabuticabeira


Nome popular: Jabuticabeira
Nome científico: Plinia peruviana
Família: Myrtaceae
Origem: Nativa do Brasil
Curiosidades:
– Suas flores e frutos nascem diretamente no tronco e nos galhos, uma característica marcante e que a torna uma árvore ornamental interessante;
– A palavra “jabuticaba” vem do tupi-guarani e significa “lugar do jabuti” ou “gordura do jabuti”, pois esses animais apreciam a fruta tanto quanto os humanos;
– O fruto é uma fonte de alimento para muitas espécies da fauna brasileira, como aves, quatis, macacos e capivaras. As flores também são uma grande fonte de néctar para as abelhas.
Gruximana


Nome popular: Grumixama
Nome científico: Eugenia brasiliensis
Família: Myrtaceae
Origem: Nativa do Brasil
Curiosidades:
– A floração da grumixama é um espetáculo à parte. A árvore se cobre de flores brancas por cerca de dois dias, atraindo muitos polinizadores;
– Apesar de nativa da floresta úmida, a grumixama tem boa adaptabilidade e pode ser cultivada em áreas mais secas;
– Embora os frutos pretos sejam os mais comuns, a grumixama possui variedades com frutos brancos e vermelhos, menos frequentes;
– O desmatamento da Mata Atlântica ameaça a espécie, que já é considerada em perigo de extinção.
Cambuci


Nome popular: Cambuci
Nome científico: Campomanesia phaea
Família: Myrtaceae
Origem: Nativa do Brasil
Curiosidades:
– O nome “cambuci” vem do tupi-guarani e significa “pote d’água”, em referência ao formato do fruto, que se assemelha a um pequeno pote;
– Foi uma espécie ameaçada, mas a mobilização popular em torno de sua conservação a tornou símbolo de preservação da Mata Atlântica no estado de São Paulo;
– O cambuci foi homologado como patrimônio imaterial de Santo André em 2013, destacando sua importância para a identidade local.
Gabiroba


Nome popular: Gabiroba
Nome científico: Campomanesia xanthocarpa
Família: Myrtaceae
Origem: Nativa do Brasil
Curiosidades:
– O nome “gabiroba” vem do tupi antigo e significa “casca amarga“;
– O consumo da fruta pode mudar a forma como sentimos o sabor de outras frutas, como o limão. Depois de comer a gabiroba, chupar um limão pode parecer doce;
– Pode atingir de 10 a 25 metros de altura em seu estado nativo, mas em cultivo geralmente não passa de 6 metros;
– A árvore tem raízes que se estendem bem abaixo da terra, o que a ajuda a armazenar nutrientes e água, permitindo que floresça mesmo durante a seca.
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