

O Departamento de Proteção e Defesa Civil de Santo André atua para proteger vidas, reduzir riscos e minimizar os impactos dos desastres. Nosso trabalho reúne monitoramento, avaliações técnicas, ações preventivas, educação e atendimento a emergências, com presença nos bairros e diálogo com as comunidades.
Por meio do Centro de Gerenciamento de Riscos e Desastres (CGRD), acompanhamos as condições meteorológicas, os volumes de chuva e os níveis de rios e córregos. Essas informações apoiam a emissão de avisos e alertas e o planejamento das ações em campo.
Nossas equipes realizam vistorias em áreas de risco e em locais com situações que possam comprometer a segurança da população. As avaliações orientam as recomendações aos moradores e os encaminhamentos aos serviços municipais.
Também desenvolvemos atividades educativas em escolas e comunidades, divulgamos orientações de autoproteção e incentivamos a participação dos moradores na identificação e na comunicação de riscos.
Durante as emergências, avaliamos os locais afetados, orientamos a população e apoiamos as medidas de proteção e assistência, em conjunto com outros órgãos. Após os eventos, acompanhamos os impactos e contribuímos para a recuperação das áreas atingidas.
Essa atuação integra prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação. Nosso compromisso é fortalecer a segurança de Santo André e a capacidade das comunidades de enfrentar situações adversas.

Ações destinadas a reduzir a ocorrência e a intensidade de desastres por meio de:
• Mapeamento de áreas de riscos;
• Construção de obras de contenção e correção;
• Capacitação da sociedade.
Ações que buscam diminuir ou a limitar os impactos dos desastres para a população. Como nem sempre é possível evitar um desastre, podemos evitar a perda de vidas e diminuir os prejuízos econômicos e sociais com diversas ações, dentre elas:
• Emissão de alertas e avisos
• Monitoramento de eventos naturais
• Evacuação de áreas de risco
Ações que buscam desenvolver capacidades necessárias para o gerenciamento eficiente de todos os tipos de emergência e alcançar uma transição ordenada entre as ações de Defesa Civil. A preparação inclui, por exemplo:
• Atividades de planejamento de contingências
• Desenvolvimento de rotinas para a comunicação de riscos
• Capacitações, treinamentos e exercícios simulados de campo.
Ações imediatas de resposta ao desastre para socorrer a população atingida:
• Busca e salvamento;
• Primeiros socorros;
• Assistência à população;
• Fornecimento de materiais de primeira necessidade;
• Restabelecimento dos serviços essenciais.
São ações de caráter definitivo destinadas a restabelecer o cenário destruído pelo desastre. Têm por finalidade restabelecer a normalidade social por meio da reconstrução ou recuperação de obras de infraestrutura danificadas ou destruídas, com foco primordial na redução de riscos.
I – atuação articulada entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios para redução de desastres e apoio às comunidades atingidas;
II – abordagem sistêmica das ações de prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação;
III – a prioridade às ações preventivas relacionadas à minimização de desastres;
IV – adoção da bacia hidrográfica como unidade de análise das ações de prevenção de desastres relacionados a corpos d’água;
V – planejamento com base em pesquisas e estudos sobre áreas de risco e incidência de desastres no território nacional;
VI – participação da sociedade civil.
I – reduzir os riscos de desastres;
II – prestar socorro e assistência às populações atingidas por desastres;
III – recuperar as áreas afetadas por desastres;
IV – incorporar a redução do risco de desastre e as ações de proteção e defesa civil entre os elementos da gestão territorial e do planejamento das políticas setoriais;
V – promover a continuidade das ações de proteção e defesa civil;
VI – estimular o desenvolvimento de cidades resilientes e os processos sustentáveis de urbanização;
VII – promover a identificação e avaliação das ameaças, suscetibilidades e vulnerabilidades a desastres, de modo a evitar ou reduzir sua ocorrência;
VIII – monitorar os eventos meteorológicos, hidrológicos, geológicos, biológicos, nucleares, químicos e outros potencialmente causadores de desastres;
IX – produzir alertas antecipados sobre a possibilidade de ocorrência de desastres naturais;
X – estimular o ordenamento da ocupação do solo urbano e rural, tendo em vista sua conservação e a proteção da vegetação nativa, dos recursos hídricos e da vida humana;
XI – combater a ocupação de áreas ambientalmente vulneráveis e de risco e promover a realocação da população residente nessas áreas;
XII – estimular iniciativas que resultem na destinação de moradia em local seguro;
XIII – desenvolver consciência nacional acerca dos riscos de desastre;
XIV – orientar as comunidades a adotar comportamentos adequados de prevenção e de resposta em situação de desastre e promover a autoproteção; e
XV – integrar informações em sistema capaz de subsidiar os órgãos do SINPDEC na previsão e no controle dos efeitos negativos de eventos adversos sobre a população, os bens e serviços e o meio ambiente.
Central de Atendimento: 0800 019 19 44 ou 156 – PABX: 4433-0111